Textor pede diálogo para voltar à SAF, e Montenegro cobra que ele preste contas
O empresário veio ao Brasil, criticou a Justiça do Rio e apelou ao clube social; o ex-presidente alvinegro respondeu em tom seco.
John Textor desembarcou no Brasil, passou por General Severiano e repetiu o que vem dizendo desde que perdeu o comando: quer voltar a mandar na SAF do Botafogo. Em entrevista à ESPN, reproduzida pelo fogaonet, o empresário disse preferir conversar com o clube social a discutir propriedade em tribunal, e reclamou que a Justiça do Rio decide mais rápido contra ele do que a favor. "Não acho que seja difícil", afirmou, sobre a possibilidade de acordo.
O endereço do apelo é preciso. Hoje o associativo detém 51% da SAF, ou seja, a maioria do capital que decide o rumo da empresa que administra o futebol. Sem esse interlocutor, qualquer retorno de Textor depende de decisão judicial, exatamente o caminho que ele diz querer evitar.
A resposta veio pelo mesmo veículo, em outra reportagem. Carlos Augusto Montenegro, ex-presidente do clube, falou a Thiago Grachet, do canal Glorioso Play, e resumiu a posição em uma frase: Textor terá de prestar contas, seja ao Botafogo, seja à Justiça. O americano havia citado nominalmente o presidente João Paulo Magalhães Lins ao falar em esforço organizado para afastá-lo.
Os dois textos do fogaonet convergem no essencial: não há mesa de negociação montada, há declarações trocadas pela imprensa. Enquanto o diálogo não sai do palanque, a disputa segue onde Textor diz não querer estar, nos autos.
★ escrito por O Elegante · Redação Estrela Solitária · 21/09/2026, 13h11
Fontes desta resenha
O texto acima é da nossa redação. Os fatos vieram das matérias abaixo — leia na íntegra em cada veículo.
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