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Escudo do Botafogo Estrela Solitária O ritual diário do torcedor
Próximo jogo em casa · Brazilian Serie A · 29ª rodada
Escudo do Botafogo Botafogo × Vasco da Gama
QUA · 7 OUT · 20:30 Estádio Olímpico Nilton Santos
Sem propagandaSem poluição Só Botafogo NovidadeHistóriaTradição
★ A história do dia

PC Oliveira explica o gol anulado do Grêmio e o centímetro que virou assunto de semana

O ex-árbitro detalhou no SporTV como o impedimento semiautomático trabalha com distâncias mínimas e por que as cores aparecem na imagem da decisão.

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Últimas Notícias

29 notícias hoje · atualiza de hora em hora
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07H
Relatório da recuperação judicial põe a dívida do Botafogo em R$ 3,5 bilhões
Documento mensal da administração judicial, referente a julho de 2026, também projeta R$ 139 milhões em aportes até dezembro. Números detalhados pelo fogaonet.
RESENHA fogaonet
Textor aciona a Justiça do Rio para anular os 51% do social e adiar a assembleia
Petição na 7ª Vara Empresarial pede o cancelamento do bônus de subscrição e a suspensão da AGE de quinta; o clube associativo trata a ofensiva como manobra, e o empresário foi condenado em Curitiba a indenizar um árbitro de VAR.
RESENHA fogaonet
Botafogo pede punição a dirigente do Grêmio no STJD por ofensa nas redes
Publicação de Alexandre Leitão após a derrota gremista por 3 a 2 virou representação no tribunal desportivo; o clube alvinegro sustenta que houve ataque à sua honra.
RESENHA ★ 3 fontes gefogaonetterra
Assembleia da SAF marcada para o dia 24 deve terminar sem definição e adiar decisão
Convocação trata de aumento de capital de R$ 2 milhões, com emissão de 200 milhões de ações. Segundo o Canal do Manel, a conclusão tende a ficar para 29 de outubro.
RESENHA fogaonet
Textor aciona a 7ª Vara Empresarial para suspender Assembleia que pode diluir a Eagle
Ação protocolada no Rio também pede a suspensão do bônus de subscrição; o encontro que votará o aumento de capital da SAF está marcado para quinta-feira.
RESENHA ge
Ferraresi vira dúvida para o clássico com o Vasco por causa da Data Fifa
Botafogo cedeu três jogadores às seleções no intervalo mais longo do calendário, e os cronogramas de volta são diferentes para cada um.
RESENHA ge
Ziyech entra no intervalo, agrada Tite e abre uma opção nova no meio do Botafogo
Aos 33 anos, o marroquino jogou os 45 minutos finais da derrota para o Mirassol e fez o treinador enxergar um desenho diferente para o miolo do time.
RESENHA ge
Botafogo paga R$ 1,6 milhão da dívida trabalhista e promete aporte extra de R$ 2,7 milhões
Parcela do regime centralizado foi quitada no dia 11, e a SAF se comprometeu com dinheiro novo para o pregão anual de credores, segundo o advogado Vitor Schetino.
RESENHA fogaonet
Clubes aprovam corte de estrangeiros e Botafogo, com nove no elenco, terá de se ajustar
Limite por jogo cai de nove para oito em 2027 e chega a cinco em 2030, nas Séries A e B. O Flamengo foi o único voto contrário.
RESENHA fogaonet
Tite culpa o desgaste pela derrota para o Mirassol, e a conta não fecha sozinha
Em sua primeira coletiva no comando alvinegro, o treinador apontou o acúmulo físico como causa central da derrota e fez questão de separar explicação de justificativa.
RESENHA gazeta-esportiva
Tite corta três da primeira lista no Botafogo e ganha duas semanas para moldar o time
A relação de estreia do treinador teve 24 nomes, com Hakim Ziyech como principal novidade, e antecede uma pausa no calendário antes das dez rodadas finais.
RESENHA ge
Novo teto de gringos obriga o Botafogo a repensar um elenco com nove estrangeiros
Com a redução aprovada pelos clubes das Séries A e B, o alvinegro chega a 2027 no limite e terá de deixar algum estrangeiro fora a cada jogo.
RESENHA ge
Ferraresi joga pela Venezuela na véspera e deve ficar fora do clássico com o Vasco
O zagueiro enfrenta a Jordânia em Amã no dia 6, um dia antes de Botafogo e Vasco se encontrarem no Nilton Santos.
RESENHA fogaonet
Tiquinho e Matheus Martins voltam ao Lonier um dia antes do restante do elenco
Dupla se reapresenta nesta terça por decisão do planejamento do clube, com os dois abaixo fisicamente. O grupo completo só retoma na quarta.
RESENHA fogaonet
Tiquinho e Matheus Martins treinam no Lonier antes da reapresentação do grupo
Dupla apareceu no CT nesta terça, um dia antes do retorno oficial do elenco. Matheus Martins não joga desde a derrota para o Athletico-PR.
RESENHA ge
Tite ganha quase um mês sem jogo para dar cara ao Botafogo antes do Vasco
O clube só volta a campo em 7 de outubro, contra o Vasco. Depois de três dias de folga, a reapresentação marca o início real do trabalho da nova comissão.
RESENHA ge
Baltimore Ravens vão treinar no Espaço Lonier antes do jogo da NFL no Maracanã
Enquanto o time de Baltimore usa o CT do Botafogo, os Dallas Cowboys ficam no Ninho do Urubu. A partida é domingo, às 17h25, no Maracanã.
RESENHA ★ 3 fontes gazeta-esportivaoglobojogada10
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Heróis Gloriosos

clique no ídolo para conhecer a história
Caricatura de Garrincha
Garrincha
1953 a 1965
Ponta-direita
Caricatura de Nilton Santos
Nilton Santos
1948 a 1964
Lateral-esquerdo
Caricatura de Didi
Didi
anos 50
Meia
Caricatura de Jairzinho
Jairzinho
anos 60 e 70
Atacante
Caricatura de Zagallo
Zagallo
1958 a 1965
Ponta-esquerda
Caricatura de Gérson
Gérson
1963 a 1969
Meia
Caricatura de Heleno de Freitas
Heleno de Freitas
1939 a 1948
Atacante
Caricatura de Quarentinha
Quarentinha
1954 a 1964
Atacante
Caricatura de Manga
Manga
1959 a 1968
Goleiro
Caricatura de Túlio Maravilha
Túlio Maravilha
anos 90
Atacante
Caricatura de Loco Abreu
Loco Abreu
2010 a 2012
Atacante
caricaturas geradas sob direção do editor (2026) · origem e licença registradas em conteudo/idolos/

Títulos

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Copa Conmebol
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Campeonato Brasileiro
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Troféu do Campeonato Carioca · o fim da fila
1989
Campeonato Carioca · o fim da fila
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Escudos · a história

de 1894 a hoje · role a linha e clique numa era para ler
Escudo do período 1894
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2002 a 2012
Escudo do período 2012 a hoje
2012 a hoje

Cantos da Torcida

trecho curto com origem · o vídeo de cada canto, escolhido pela curadoria

★ A marcha do Glorioso

O canto que nasceu no rádio, em 1942, e virou patrimônio. Tem página própria aqui.
ler a história do Hino →

♪ Não Se Compara

Vamos, vamos, vamos, Botafogo…
Canto de apoio incondicional: promete presença até o final, ganhando ou perdendo.
Composição: não creditada na página de referência referência de letra indicada pelo editor em 12/08/2026: https://www.letras.mus.br/botafogo/nao-se-compara/ · sonda de 12/08/2026: a página não embute áudio nem vídeo

♪ Os Teus Ídolos São Tantos

Ô Botafogo, os teus ídolos são tantos…
O canto que é lista de honra: nomeia Didi, Garrincha e Nilton Santos, e chega a 1989 e 1995.
Composição: Fúria Jovem do Botafogo referência de letra indicada pelo editor em 12/08/2026: https://www.letras.mus.br/botafogo/1387922/ · sonda de 12/08/2026: a página não embute áudio nem vídeo

♪ Jogadores Vão e Vêm

Os jogadores vão e vêm…
O canto que separa o elenco do clube: o time muda, a torcida fica.
Composição: não creditada na página de referência referência de letra indicada pelo editor em 12/08/2026: https://www.letras.mus.br/botafogo/jogadores-vao-e-vem/ · sonda de 12/08/2026: a página não embute áudio nem vídeo

♪ O Botafogo É Meu Melhor Amigo

O Botafogo é meu melhor amigo...
O canto da lealdade: a declaração de amizade vitalícia que atravessa gerações, das gerais do Maracanã ao Nilton Santos.
Lance (Lancepédia), 04/08/2026

♪ Botafogo Campeão

Esse é o Botafogo que eu gosto...
O canto das vitórias: sobe da arquibancada quando o time joga o que a camisa pede.
Composição: não creditada na fonte de letra; o vídeo indicado pelo editor está no canal oficial de Beth Carvalho no YouTube, conferido em 12/08/2026 Lance (Lancepédia), 04/08/2026

♪ Botafogo Minha Alegria

Oh Botafogo / Minha alegria...
A promessa de apoio eterno, cantada nos dias bons e, principalmente, nos maus: é o canto que define o amor incondicional alvinegro.
Lance (Lancepédia), 04/08/2026

♪ O Meu Sangue Ferve por Você

Fogo, eu te amo…
Declaração direta, cantada em looping quando o time entra em campo.
Composição: não creditada na página de referência; a página registra Sidney Magal como intérprete original da canção adotada pela arquibancada referência de letra indicada pelo editor em 12/08/2026: https://www.letras.mus.br/botafogo/o-meu-sangue-ferve-por-voce/significado.html · sonda de 12/08/2026: a página não embute áudio nem vídeo

♪ A História Eu Vivi

Todo mundo duvidava…
Nasceu da Libertadores de 2024, e canta a campanha inteira em primeira pessoa.
Composição: Gabriel Marques, Thiago Braga, Alexandre Cruz referência de letra indicada pelo editor em 12/08/2026: https://www.letras.mus.br/botafogo/a-historia-eu-vivi/ · sonda de 12/08/2026: a página não embute áudio nem vídeo

♪ Ô Balancê

Ô balancê, balancê...
A provocação de clássico, especialidade da casa nos dias de Flamengo: zombaria elegante, do jeito carioca.
Lance (Lancepédia), 04/08/2026

♪ Ninguém Cala

E ninguém cala esse nosso amor…
Grito curto de arquibancada, todo em primeira pessoa do plural: a declaração de que o amor pelo clube não se cala nem se explica.
letra enviada pelo editor em 12/08/2026, sem referência externa indicada; título confirmado por ele na mesma data · grafia do trecho em conferência

♪ Tempo de Alegria (versão Loucos pelo Botafogo)

Chegou a hora da volta por cima…
Resposta ao tempo em que se falava no fim do clube: o canto da virada.
Composição: Gabriel Marques, Thiago Braga, Alexandre Cruz referência de letra indicada pelo editor em 12/08/2026: https://www.letras.mus.br/botafogo/tempo-de-alegria-loucos-pelo-botafogo-versao/ · sonda de 12/08/2026: a página não embute áudio nem vídeo

♪ Domingo Eu Vou ao Maracanã

Domingo eu vou ao Maracanã…
Clássico de arquibancada: a promessa de comparecer, com foguete e bandeira.
Composição: não creditada na página de referência referência de letra indicada pelo editor em 12/08/2026: https://www.letras.mus.br/botafogo/1643114/ · sonda de 12/08/2026: a página não embute áudio nem vídeo

Hinos · a voz do Glorioso

o popular, o oficial e o do remo · ouça enquanto lê
Hino popular · Lamartine Babo, 1942
Botafogo, Botafogo, campeão desde 1907 Foste herói em cada jogo, Botafogo Por isso é que tu és e hás de ser Nosso imenso prazer Tradições aos milhões tens também Tu és o Glorioso, Não podes perder, perder pra ninguém. Noutros esportes tua fibra está presente Honrando as cores do Brasil de nossa gente Na estrada dos louros, um facho de luz Tua Estrela Solitária te conduz
letra publicada por decisão editorial; obra de Lamartine Babo, com direitos vigentes · ouça nas plataformas oficiais dos detentores

Em 1942, o radialista Heber de Boscoli convidou o maior compositor de marchinhas do país para criar hinos aos grandes clubes do Rio. Lamartine Babo aceitou, e conta-se que despachou as marchas dos clubes mais tradicionais num só dia, num surto de genialidade que o rádio eternizou.

O detalhe mais saboroso: Lamartine nem botafoguense era. O coração dele batia pelo América, e ainda assim ele entregou ao Glorioso uma das marchas mais queridas do futebol brasileiro.

Repare no verso de abertura. Lamartine escreveu "campeão desde 1910", celebrando a campanha de nove vitórias em dez jogos e 66 gols que fez a imprensa cunhar o apelido Glorioso. Depois que o título de 1907 foi oficialmente reconhecido, em 1996, a torcida passou a cantar 1907, e é assim que a arquibancada canta hoje. O hino mudou de data e o Botafogo ganhou três anos de glória de presente.

Duas curiosidades para fechar: apesar de ser o mais cantado, este não é o hino oficial do clube, e o Botafogo é o único carioca cuja marcha inclui a palavra "perder", porque só quem tem certeza de quem é canta a própria dor sem medo.

Hino oficial do futebol

letra de Octacílio Gomes · música de Eduardo Souto
Botafogo Gentil! Pura Glória do esporte brasileiro A expressão mais viril Da energia e do brio verdadeiro! A lutar com afã Tu farás, corrigindo a juventude, Que o Brasil de amanhã Seja a pátria da força e da saúde Teu futuro e teu passado Defendidos sem repouso Façam sempre respeitado Esse teu nome glorioso! O alvinegro pendão, O caminho a apontar-nos da vitória Do Cruzeiro o clarão As estrelas traduza a nossa glória! Não te falte jamais Da ousadia a nobreza e o puro fogo Que o primeiro, entre os mais, Há de ser ó glorioso Botafogo (estribilho: Teu futuro e teu passado…)

O hino oficial de fato, com quatro estrofes, composto por dois nomes da música popular carioca. Eduardo Souto (1882 a 1942) foi maestro e um dos grandes compositores do seu tempo. Curioso destino: o oficial cedeu o lugar da arquibancada à marcha de Lamartine.

Hino do remo

Alberto Ruiz · Theóphilo Magalhães
Salve! Ó Club, dos mais antigo, que na glória e fama és sublime, o esplendor do teu vulto se exprime pela força que vive contigo. Botafogo, qual nave imensa, de velas pandas sobre o mar, não há perigo que não vença para as vitórias alcançar. Nem há mais que em valor os iguale na defesa da Estrela Isolada, que guarnece a bandeira adorada, que à da pátria gentil equivale.

O hino da origem: canta o clube de regatas de 1894, a enseada e a tradição marítima de onde veio a estrela solitária. Quase nenhum torcedor conhece, e é dele que o resto da história nasce.

História · o Glorioso por inteiro

escrito pela redação, no espírito de João Saldanha

O Botafogo nasceu duas vezes, e das duas vezes nasceu teimoso.

A primeira foi em 1894, à beira da enseada, quando um grupo de remadores fundou o Club de Regatas Botafogo e pendurou no peito uma estrela de cinco pontas que ninguém imaginava o tamanho que teria. A segunda foi em 1904, quando estudantes do bairro criaram o Botafogo Football Club para correr atrás de uma bola que acabava de chegar ao Brasil. Durante quase quarenta anos, remo e futebol viveram vidas separadas, vizinhas e alvinegras, até que 1942 os uniu de vez no Botafogo de Futebol e Regatas, sob a mesma estrela solitária.

O futebol começou vencendo cedo: o título de 1907, que o clube só teve reconhecido oficialmente em 1996, depois de longa disputa, porque até nos troféus o Botafogo gosta de uma história complicada. Mas foi 1910 que batizou a alma da casa: nove vitórias em dez jogos, 66 gols marcados, uma campanha tão avassaladora que a imprensa da época não encontrou adjetivo menor: Glorioso. O apelido pegou. O hino cantaria a data para sempre.

Nos anos 40, o clube conheceu seu primeiro príncipe e sua primeira tragédia na mesma pessoa: Heleno de Freitas, gênio de 209 gols que a guerra privou das Copas e a vida privou de tudo o mais. E então vieram os anos que explicam por que torcedor botafoguense olha para o passado com o peito estufado: a era de ouro. Garrincha driblando o mundo, Nilton Santos inventando uma posição, Didi regendo o meio-campo, Quarentinha empilhando gols, Zagallo correndo por dois. O time dos cariocas de 1957, 1961 e 1962 não era um time: era uma seleção com endereço em General Severiano, exportando campeões do mundo para 1958 e 1962.

A geração seguinte, de Jairzinho e Gérson, coroou a época com o primeiro título nacional, a Taça Brasil de 1968, com Zagallo no comando, agora de terno. E aí o Botafogo aprendeu a sua lição mais dura: a glória não é assinatura permanente. Vieram 21 anos de fila, de 1968 a 1989, uma travessia no deserto que os rivais cantaram e o torcedor engoliu em silêncio, sem nunca abandonar o estádio. Quando Maurício marcou o gol do título carioca de 1989 sobre o Flamengo, num Maracanã lotado, não foi um gol: foi uma devolução de dignidade.

Os anos 90 trouxeram o primeiro grito internacional, a Conmebol de 1993, com Carlos Alberto Torres no banco e o goleiro Bacana pegando pênalti como quem sabia da responsabilidade histórica, e o Brasileirão de 1995, ano em que Túlio Maravilha prometeu e cumpriu. Depois, de novo, o pêndulo: rebaixamentos, Série B, anos de vacas magras em que ser botafoguense virou exercício diário de fé. O clube caiu, subiu como campeão em 2015 com Jefferson no gol recusando propostas maiores, caiu de novo, subiu de novo campeão em 2021. Teimoso, como nasceu.

Em 2022, a virada estrutural: o futebol virou SAF e o clube ganhou fôlego para reconstruir. O que veio depois o mundo viu: em 2024, com um a menos desde o primeiro minuto da final, o Botafogo venceu a Libertadores em Buenos Aires e, oito dias depois, confirmou o Brasileirão na última rodada. A dobradinha que parecia impossível, no clube que fez do impossível a sua especialidade.

Essa é a história que estas páginas contam todos os dias: a de um clube que nunca foi o mais rico, nunca foi o mais protegido, e ainda assim colecionou gênios como nenhum outro e transformou sofrimento em identidade e identidade em orgulho. O Botafogo não se explica. O Botafogo se torce.

Escudo do Botafogo
Uma estrela, muita glória e muita tradição. O maior de todos os tempos!