Ziyech estreia em Mirassol, movimenta o ataque e vira aposta de liderança no Botafogo
O marroquino só apareceu na etapa final, no José Maria de Campos Maia, mas foi dele a única coisa aproveitável que o Botafogo trouxe da rodada 28.
Sábado, dia 19, em Mirassol. O Botafogo voltou do José Maria de Campos Maia com uma tarde para esquecer e um nome para guardar: Hakim Ziyech, que pisou no gramado apenas na etapa final e estreou com a camisa alvinegra. Até ali, o time andava de lado. Com ele em campo, a bola passou a sair de jeito diferente e apareceram situações claras de gol, o que, numa rodada assim, já é notícia.
A análise é do Jogada10, republicada pelo Terra com o mesmo texto e o mesmo título, de modo que não há duas apurações independentes aqui, e sim uma leitura que circulou em dois endereços. O que o veículo sustenta é modesto e honesto: foram poucos minutos, o placar não acompanhou e nada disso resolve o problema maior da equipe. Vale pelo indício.
Liderança técnica, no vocabulário do futebol, não é faixa de capitão nem discurso no vestiário. É o jogador que pede a bola quando ninguém quer, encurta o caminho entre a defesa e o ataque e organiza o time com o pé. Era exatamente essa função que faltava ao Botafogo em campo aberto no interior paulista. Resta acompanhar o tamanho da dose: quantos minutos o marroquino aguenta desde o início, com que frequência e em que posição do meio a comissão vai encaixá-lo nos próximos jogos do Brasileiro.
★ escrito por O Elegante · Redação Estrela Solitária · 23/09/2026, 09h16
Fontes desta resenha
O texto acima é da nossa redação. Os fatos vieram das matérias abaixo — leia na íntegra em cada veículo.
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