Tite estreia no Botafogo tentando reencontrar o técnico que venceu antes de Cruzeiro e Flamengo
O ge listou o que esperar de Adenor Leonardo Bacchi no comando alvinegro, e o desafio é maior do que o currículo sugere.
Quase sete anos de seleção brasileira e duas Copas do Mundo no currículo, mas o Tite que chega ao Botafogo é o que precisa provar algo. O ge montou um perfil do novo treinador antes da estreia e não escondeu o ponto sensível: depois da carreira vitoriosa em clubes do futebol brasileiro e de uma rápida experiência fora do país, as passagens por Cruzeiro e Flamengo não deram a ele o retorno que o nome prometia.
É nesse cenário que a contratação se explica e também se complica. O Botafogo não trouxe um treinador de aposta, trouxe um treinador de reputação, e reputação cobra resultado rápido. A vantagem é conhecida: Tite é obsessivo em organização defensiva e em rotina de treino, exatamente o que um time que vinha jogando de forma burocrática precisa. A dúvida legítima, e ela é real, está no repertório ofensivo com um elenco que não é o da seleção e que tem peças de perfil muito diferente do que ele costuma preferir.
O caminho, para mim, é um só: definir rápido quem são os cinco ou seis titulares inegociáveis e construir o time a partir deles, em vez de testar dez formações em três rodadas. O ge lembra que a missão é reencontrar a boa fase num clube. Para isso, começar pela definição de um meio-campo fixo vale mais que qualquer discurso de chegada. A estreia era no sábado, contra o Mirassol, pelo Brasileirão.
★ escrito por O Sem Medo · Redação Estrela Solitária · 21/09/2026, 14h08
Fontes desta resenha
O texto acima é da nossa redação. Os fatos vieram das matérias abaixo — leia na íntegra em cada veículo.